Minha mala foi extraviada, e agora?

Pode acontecer com qualquer um. Você chega no destino, depois de horas de voo, cansado e querendo apenas pegar sua mala na esteira e descansar. Mas aí sua mala não chega.

E o pior de tudo é passar a viagem sem suas roupas e sem saber por onde as malas andam ou se algum dia voltará a vê-las.

Mas e aí, o que eu devo fazer caso minhas malas sejam extraviadas?

Segundo as normas da Agência Brasileira de Aviação Civil (A.N.A.C), se ocorrer extravio, dano ou furto na bagagem, o passageiro, ainda na sala de desembarque, deve procurar a empresa aérea e preencher o Registro de Irregularidade de Bagagem o R.I.B. Ela só pode permanecer extraviada por, no máximo, 30 dias, e após esse prazo a empresa deve indenizar o passageiro. Caso seja localizada, a bagagem deve ser enviada ao endereço indicado pelo passageiro, seja na origem ou destino da sua viagem.

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A determinação da A.N.A.C caso o passageiro se sinta prejudicado ou tenha seus direitos desrespeitados é procurar a empresa aérea contratada para reivindicar seus direitos como consumidor e, se as tentativas não apresentarem resultado, encaminhar a demanda à Anac, aos órgãos de defesa do consumidor e ao Poder Judiciário. O passageiro também buscar indenizações por danos morais e/ou materiais decorrentes do descumprimento do contrato de transporte aéreo perante os órgãos de defesa do consumidor e ao Poder Judiciário, uma vez que a ANAC, como agência reguladora, só pode atuar administrativamente – ou seja, aplicar multas às companhias.

Outra observação da Anac diz respeito aos objetos transportados. Na bagagem a ser despachada, o passageiro deve evitar transportar bens de valor como joias ou eletroeletrônicos. Mas, se houver essa necessidade, é possível declarar o valor deles ainda no check-in, solicitando o formulário à empresa aérea, que deve se responsabilizar.

 

Fonte: BolsaDeMulher

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“Muitos pensam que sou rico. Outros pensam o contrário. O que ninguém sabe é que minha riqueza é medida em histórias, em experiências e pessoas. Sim, sou rico. Porque viajei o mundo sem um único centavo no bolso. Sim, sou rico. Por causa das pessoas que conheci. Mas acima de tudo, sou rico, por que descobri o verdadeiro significado da vida.” (Fergal Smith)
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